domingo, 27 de setembro de 2026

lula um verogonha para o país

 

Lula: uma vergonha para os seus militantes

O declínio moral e ético do ex-presidente Lula representa uma grande decepção para milhões de brasileiros. Inclusive para muitos que jamais simpatizaram com a figura populista do ex-sindicalista. Um cidadão que teve a oportunidade de entrar para a história como um grande estadista, mas que preferiu percorrer um caminho diverso e hoje se consolida como uma das maiores decepções da política mundial.

Mesmo sem ter sido o responsável pela modernização da economia e pela retomada do crescimento no final do século passado, Lula capitaneou um dos maiores processos de expansão da economia nacional na primeira década do século 21. No lugar de aproveitar o boom de crescimento e investir na infraestrutura do país, Lula preferiu despejar bilhões de dólares em projetos de seus amigos banqueiros e empreiteiros.

Lula encontrou uma janela de oportunidades extraordinária no cenário em que assumiu a presidência em 2003.  As milhares de empresas, entre montadoras, redes de varejo e indústrias de todos os setores, que haviam se instalado no Brasil após a estabilização da economia, estavam começando a contratar mão de obra em massa. O resultado da inserção do Brasil na economia de livre mercado mundial, a "herança maldita", segundo o próprio Lula, proporcionou ao país uma condição ímpar sob o ponto de vista estratégico.

Mas foi justamente esta "herança maldita" que permitiu a melhoria na vida de milhões de brasileiros, que conseguiram bons empregos e puderam, pela primeira vez na vida, financiar automóveis, imóveis e outros bens de consumo.

Lula não teve coragem de promover importantes reformas estruturais nas áreas sociais, trabalhistas, e fiscais. Não ousou o enfrentamento de problemas crônicos do país, como a violência, saneamento, saúde. Extremamente moderado, o ex-presidente desencantou setores de seu partido, setores sindicais e movimentos sociais, preferindo conciliar outros interesses e se associar aos grandes empresários, bancos e empreiteiros, que lograram ganhos extraordinários e imediatos durante sua gestão. O próprio Lula, apesar de ser um homem que teve origem na pobreza, não se envergonha ao assumir que os bancos e empresários jamais ganharam tanto dinheiro quanto durante seu governo.

Entre outros aspectos fundamentais de sua trajetória contraditória, Lula se associou de forma promíscua aos piores setores da política brasileira, adotando aliados como Paulo Maluf, José Sarney e Fernando Collor.

Embora tenha sido eleito com o apoio dos movimento sindicais, Lula não ousou promover uma reforma sindical. Ao contrário, sua sucessora tirou direitos consagrados dos trabalhadores, com corte de benefícios e até mesmo permitindo a redução dos salários. Lula também contou com o apoio incondicional dos movimentos sociais, mas o PT nunca levou a sério, por exemplo, a questão da reforma agrária. A violência contra as mulheres, negros, pobres e nordestinos quase triplicou durante os governos do PT de Lula e Dilma.

Segundo o sociólogo José de Souza Martins, professor aposentado da USP e docente da Cátedra Simón Bolivar da Universidade de Cambridge (Inglaterra), o ex-presidente Lula é personagem de "duas faces que, sozinho, absorveu todo o potencial de populismo que havia na sociedade brasileira"

A ganância de Lula pelo poder começa a ceifar milhões de empregos. Apenas em 2015, mais quase cem mil empresas empregadoras fecharam as portas. Martins alega que o legado social do PT na Presidência da República não resistiu ao primeiro sinal de crise econômica interna. "A classe média do PT caiu de patamar em horas", afirma ele.

O auge da fragmentação do mito "Lula" se dá em meio à uma destruidora sequência de escândalos do corrupção envolvendo a Petrobras, Medidas Provisórias suspeitas, investigações sobre recebimento de propina por parte de familiares, inquéritos sobre tráfico de influência e até mesmo de ocultação de patrimônio.

Após se tornar alvo de três inquéritos na justiça, Lula envergonha os brasileiros e ex-militantes. Seu legado se resume numa trajetória de enganação, corrupção e escândalos, além da catástrofe do governo Dilma. Esta sim, uma herança maldita do petismo.

militares no poder

 

Militares no poder…‏

Cresce o grupo que não quer mais ver MILITARES NO PODER, pelas razões abaixo:
Militar no poder, nunca mais. Só fizeram lambanças:
Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista. Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora.
Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros.
Criaram esse maldito Pro-Álcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia. Para apressar logo o fim do chamado “ouro negro”, deram um impulso gigantesco à Petrobrás, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool.
Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.
Tiraram do sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego, ficaram sem a desculpa do “estou desempregado”. Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça completa. Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.
Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (TUCURUÍ, ILHA SOLTEIRA, JUPIÁ e ITAIPU), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos. O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.
Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.
Baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensava em sair a passeio para nenhum outro país. Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma “bombinha de São João” no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas. Os militares são muito estressados. Fazem tempestade em copo d’água só por causa de alguns assaltos a bancos, seqüestros de diplomatas… ninharias que qualquer delegado de polícia resolve.
Tiraram de nós o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos.

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

O declínio moral e ético do ex-presidente Lula representa uma grande decepção para milhões de brasileiros. Inclusive para muitos que jamais simpatizaram com a figura populista do ex-sindicalista. Um cidadão que teve a oportunidade de entrar para a história como um grande estadista, mas que preferiu percorrer um caminho diverso e hoje se consolida como uma das maiores decepçtões da política mundial. Mesmo sem ter sido o responsável pela modernização da economia e pela retomada do crescimento no final do século passado, Lula capitaneou um dos maiores processos de expansão da economia nacional na primeira década do século 21. No lugar de aproveitar o boom de crescimento e investir na infraestrutura do país, Lula preferiu despejar bilhões de dólares em projetos de seus amigos banqueiros e empreiteiros. Lula encontrou uma janela de oportunidades extraordinária no cenário em que assumiu a presidência em 2003. As milhares de empresas, entre montadoras, redes de varejo e indústrias de todos os setores, que haviam se instalado no Brasil após a estabilização da economia, estavam começando a contratar mão de obra em massa. O resultado da inserção do Brasil na economia de livre mercado mundial, a "herança maldita", segundo o próprio Lula, proporcionou ao país uma condição ímpar sob o ponto de vista estratégico. Mas foi justamente esta "herança maldita" que permitiu a melhoria na vida de milhões de brasileiros, que conseguiram bons empregos e puderam, pela primeira vez na vida, financiar automóveis, imóveis e outros bens de consumo. Lula não teve coragem de promover importantes reformas estruturais nas áreas sociais, trabalhistas, e fiscais. Não ousou o enfrentamento de problemas crônicos do país, como a violência, saneamento, saúde. Extremamente moderado, o ex-presidente desencantou setores de seu partido, setores sindicais e movimentos sociais, preferindo conciliar outros interesses e se associar aos grandes empresários, bancos e empreiteiros, que lograram ganhos extraordinários e imediatos durante sua gestão. O próprio Lula, apesar de ser um homem que teve origem na pobreza, não se envergonha ao assumir que os bancos e empresários jamais ganharam tanto dinheiro quanto durante seu governo. Entre outros aspectos fundamentais de sua trajetória contraditória, Lula se associou de forma promíscua aos piores setores da política brasileira, adotando aliados como Paulo Maluf, José Sarney e Fernando Collor. Embora tenha sido eleito com o apoio dos movimento sindicais, Lula não ousou promover uma reforma sindical. Ao contrário, sua sucessora tirou direitos consagrados dos trabalhadores, com corte de benefícios e até mesmo permitindo a redução dos salários. Lula também contou com o apoio incondicional dos movimentos sociais, mas o PT nunca levou a sério, por exemplo, a questão da reforma agrária. A violência contra as mulheres, negros, pobres e nordestinos quase triplicou durante os governos do PT de Lula e Dilma. Segundo o sociólogo José de Souza Martins, professor aposentado da USP e docente da Cátedra Simón Bolivar da Universidade de Cambridge (Inglaterra), o ex-presidente Lula é personagem de "duas faces que, sozinho, absorveu todo o potencial de populismo que havia na sociedade brasileira" A ganância de Lula pelo poder começa a ceifar milhões de empregos. Apenas em 2015, mais quase cem mil empresas empregadoras fecharam as portas. Martins alega que o legado social do PT na Presidência da República não resistiu ao primeiro sinal de crise econômica interna. "A classe média do PT caiu de patamar em horas", afirma ele. O auge da fragmentação do mito "Lula" se dá em meio à uma destruidora sequência de escândalos do corrupção envolvendo a Petrobras, Medidas Provisórias suspeitas, investigações sobre recebimento de propina por parte de familiares, inquéritos sobre tráfico de influência e até mesmo de ocultação de patrimônio. Após se tornar alvo de três inquéritos na justiça, Lula envergonha os brasileiros e ex-militantes. Seu legado se resume numa trajetória de enganação, corrupção e escândalos, além da catástrofe do governo Dilma. Esta sim, uma herança maldita do petismo. Pena que nossas escolas TUPINIQUIN NÃO ENSINE OS ALUNOS A PENSAR E LEMBRAR

FICHA LIMPA

 UMA FALHA DA LEI DA FICHA LIMPA É PERMITIR QUE CANDIDIATOS QUUE TENHAM FICHA SUJA  NÇAO DEVIAM SE CANDIDIDTAR

POR MAIS QUE O SUPREMO TRIBUNAL  TENHA ANUULADO  OSS EFEITOS DA INEXIGLIBILIDADE DE 8 ANOS  EU PENSO QUE NUNCA UM CANDIDATO DE FICHA SUJA DEVESSE SE CANDIDATAR. AINDA MAIS UM QUE QUE FOI CONDENADO EM 3 INSTÂNCIAS  E POR TRIBUNAIS

ACHO  QUE DEVERIA TER UMA EMENDAA LEI E NÃO SER 8 ANOS , MAS 64 ANOS

ASSIM ACHO QUE TERIAMOS UM POUCO DE MORALIDADE NESSE PAÍS

domingo, 26 de abril de 2026

 Outro dia estava dando aula de historia e trata-se do governo militar . Eu disse se ainda tivéseeemos um goveno miliar estariamos no primeiro mundo.  Foi um pena o Ai 5  ter pegado mal, mas estavamos em outros tempos , o que  fez o governo tomar esse ato.   

Na sociedade me que vivemos hoje,  com a nossa lierdade de expressão um pocuco de ordem viria a calhar .

Uma aluna falou a minha bisavé foi torturada no ggovernos militar.

 Eu pergunteri a ela, o que voce sabe sorbre a vida que sua bisasvéo levava? 

Ela respondeu nada, mas o que inerssa e que ela foi toreturada

Eu disse a ela que o Ai 5  foi um erro do governo militar 

Mas que as obras de infraetrutura que o governo militar fez e na sociedade de hoje  eles não fariam mais issio, e que nos precisamos de um poco de ordem , acaar com o cartéis de dorgas, porque isso acaa com a dignidade das pessoas.  então um governo miliar poderia acabar com isso e colocar o pais nos eixos


algumsS OBBRAS DO GOVERNO MILITAR

As usinas nucleares de Angra 1 e 2 – hoje elas geram 1,57% da energia consumida do Brasil, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)  

Algumas das grandes obras do século 20 foram feitas no Brasil, e o ano de 1969 marcou o início com a Ponte Rio-Niterói, ainda a mais longa do Hemisfério Sul. Em 1974 veio a Hidrelétrica de Itaipu .Binacional, a maior geradora de energia do mundo, à frente da chinesa Três Gargantas, e a Transamazônica.

A construção de Tucuruí, no Pará, em 1975. 

Os militares construíram algumas das maiores hidrelétricas do mundo: Itaipu, Tucuruí, Ilha Solteira e Jupiá. nvestiram em energia atômica e, em resposta ao primeiro choque do petróleo, criaram o PróÁlcool, com subsídios para os produtores de cana. Tais escolhas deram ao Brasil um dos três maiores potenciais instalados para a geração de energia 

As usinas de Angra ainda funcionam com tecnologia da década de 1980.